SP tem 57Þ professores não concursados na rede estadual de ensino, aponta Censo Escolar 2023

Levantamento anual traz dados sobre as escolas, os professores, os gestores e os alunos das redes pública e privada do Brasil. Secretaria Estadual de Educação diz que desde o período de coleta das informações, docentes concursados se tornaram maioria no estado. Alunos de escola estadual de SP Kalel Rodrigues de Souza/Arquivo pessoal A rede estadual de ensino de São Paulo é composta, em sua maioria, por professores temporários, não concursados. De acordo com o Censo Escolar 2023, divulgado pelo Ministério da Educação (MEC) nesta quinta-feira (22), eles representam 57,1% dos docentes do estado. Em comparação, a categoria representa 81% dos professores de Minas Gerais. Já no Rio de Janeiro, estado com maior percentual de docentes concursados no país, os temporários são cerca de 5%. O Censo é um levantamento anual realizado pelo Inep, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira. Ele traz dados sobre as escolas, os professores, os gestores e os alunos das redes pública e privada do Brasil. Em 2023, os dados foram coletados entre os meses de maio e julho. Segundo a Secretaria Estadual da Educação (Seduc), desde o período de coleta das informações, o quadro sofreu uma alteração e os professores concursados passaram a representar 52% do total da rede, enquanto o número de temporários caiu para 48%. Concursados em fev/24: 164 mil professores Temporários em fev/24: 149 mil professores Ainda de acordo com a Seduc, 15 mil professores concursados serão contratados no segundo semestre de 2024, visando tornar a categoria 60% dos docentes do estado. Outros dados do Censo O levantamento apresentado nesta quinta mostrou ainda que 500 mil alunos deixaram o ensino público em 2023. Enquanto isso, a rede pública ganhou 423 mil estudantes. Para o ministro da Educação, Camilo Santana, a situação pode estar relacionada à retomada econômica do país após os períodos mais severos da pandemia. São Paulo também foi apontado como um dos estados com menos taxa de distorção idade-série, com 5,9%. Ou seja, 94,1% dos estudantes estão na série adequada para suas faixas etárias ou então com atraso de menos de dois anos.

SP tem 57Þ professores não concursados na rede estadual de ensino, aponta Censo Escolar 2023

Levantamento anual traz dados sobre as escolas, os professores, os gestores e os alunos das redes pública e privada do Brasil. Secretaria Estadual de Educação diz que desde o período de coleta das informações, docentes concursados se tornaram maioria no estado. Alunos de escola estadual de SP Kalel Rodrigues de Souza/Arquivo pessoal A rede estadual de ensino de São Paulo é composta, em sua maioria, por professores temporários, não concursados. De acordo com o Censo Escolar 2023, divulgado pelo Ministério da Educação (MEC) nesta quinta-feira (22), eles representam 57,1% dos docentes do estado. Em comparação, a categoria representa 81% dos professores de Minas Gerais. Já no Rio de Janeiro, estado com maior percentual de docentes concursados no país, os temporários são cerca de 5%. O Censo é um levantamento anual realizado pelo Inep, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira. Ele traz dados sobre as escolas, os professores, os gestores e os alunos das redes pública e privada do Brasil. Em 2023, os dados foram coletados entre os meses de maio e julho. Segundo a Secretaria Estadual da Educação (Seduc), desde o período de coleta das informações, o quadro sofreu uma alteração e os professores concursados passaram a representar 52% do total da rede, enquanto o número de temporários caiu para 48%. Concursados em fev/24: 164 mil professores Temporários em fev/24: 149 mil professores Ainda de acordo com a Seduc, 15 mil professores concursados serão contratados no segundo semestre de 2024, visando tornar a categoria 60% dos docentes do estado. Outros dados do Censo O levantamento apresentado nesta quinta mostrou ainda que 500 mil alunos deixaram o ensino público em 2023. Enquanto isso, a rede pública ganhou 423 mil estudantes. Para o ministro da Educação, Camilo Santana, a situação pode estar relacionada à retomada econômica do país após os períodos mais severos da pandemia. São Paulo também foi apontado como um dos estados com menos taxa de distorção idade-série, com 5,9%. Ou seja, 94,1% dos estudantes estão na série adequada para suas faixas etárias ou então com atraso de menos de dois anos.