TRUMP DÁ ULTIMATO AO IRÃ E ALERTA PARA POSSÍVEL AÇÃO MILITAR EM 10 DIAS
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o Irã tem dez dias para fechar um “acordo significativo” com Washington. Caso contrário, “coisas ruins acontecerão”. A presença militar americana no Oriente Médio foi ampliada, e autoridades discutem possíveis ações. O cenário eleva a tensão internacional.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quinta-feira (19), durante reunião inaugural do chamado “Conselho da Paz”, que o Irã precisa chegar a um “acordo significativo” com Washington no prazo de dez dias. Segundo ele, caso não haja entendimento, os Estados Unidos poderão “dar um passo além”.
Trump declarou que o desfecho das negociações deve ficar mais claro nos próximos dias. Paralelamente, a presença militar americana no Oriente Médio foi ampliada, e informações divulgadas pela imprensa indicam que os Estados Unidos estariam preparados para uma eventual ação militar já neste fim de semana, embora o presidente ainda não tenha autorizado qualquer operação.
Relatos apontam que Trump foi apresentado a opções militares consideradas estratégicas, incluindo cenários de alto impacto contra alvos iranianos. As alternativas discutidas teriam como objetivo ampliar a pressão sobre o governo do Irã. Ainda segundo informações divulgadas, autoridades americanas avaliam a possibilidade de uma campanha direcionada contra lideranças políticas e militares iranianas.
As tensões ocorrem em meio à retomada das negociações sobre o programa nuclear iraniano, mediadas por Omã. Uma rodada recente aconteceu em Genebra, e a Casa Branca informou que houve “pequenos avanços” diplomáticos. Apesar disso, o clima permanece instável.
Trump também mencionou a base aérea de Diego Garcia, localizada nas Ilhas Chagos, como possível ponto estratégico caso os Estados Unidos decidam agir. Em paralelo, o Pentágono iniciou a retirada preventiva de parte do pessoal americano do Oriente Médio, com deslocamento para a Europa e para o território norte-americano.
A preocupação internacional cresce. O primeiro-ministro da Polônia, Donald Tusk, orientou cidadãos poloneses a deixarem o Irã imediatamente e desaconselhou qualquer viagem ao país, classificando o risco de conflito armado como “muito real”.
O cenário segue indefinido, com diplomacia e preparação militar ocorrendo simultaneamente, enquanto a comunidade internacional acompanha os próximos movimentos de Washington e Teerã.





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