Segundo turno define seis governadores; PT vira no Rio Grande do Norte e PSDB, no Tocantins
: Acre, Amazonas, Espírito Santo, Rio Grande do Norte, Tocantins e Distrito Federal escolheram seus governantes e completaram o mapa dos 27 governos. Candidatos que ficaram em segundo no primeiro turno venceram no RN e no TO.
Além da disputa presidencial, o segundo turno de domingo (25) definiu os governos de cinco estados e do Distrito Federal. Com as seis votações concluídas, estão fechados os resultados para as 27 unidades da Federação: 21 foram decididos no primeiro turno, em 4 de outubro, e seis na nova rodada.
Foram eleitos: Mailza Assis (PP), no Acre, com mais de 66% dos votos válidos; Omar Aziz (PSD), no Amazonas, com cerca de 60%; Lorenzo Pazolini (Republicanos), no Espírito Santo, com 53,7%; Cadu de Lula (PT), no Rio Grande do Norte, com 50,77%; Vicentinho Júnior (PSDB), no Tocantins, com mais de 64%; e Celina Leão (PP), no Distrito Federal, com 57,20%. Os percentuais são aproximados e se baseiam na apuração do Tribunal Superior Eleitoral.
Duas disputas tiveram viradas. No Rio Grande do Norte, Allyson Bezerra (União Brasil) havia liderado o primeiro turno com 36,94%, à frente de Cadu de Lula, que tinha 36,16%; no segundo turno, o petista venceu e protagonizou a decisão mais apertada entre as seis. No Tocantins, a professora Dorinha (União Brasil) tinha 45,52% no primeiro turno, contra 43,94% de Vicentinho Júnior, que levou a melhor na segunda votação. O Acre registrou a vitória mais folgada.
No quadro geral, cinco partidos conquistaram os seis governos decididos no segundo turno, e o PP venceu em duas unidades. Somando os dois turnos, o PL tem o maior número de governadores do país, seis, enquanto o PT, do presidente reeleito, mantém quatro, todos no Nordeste: Bahia, Ceará, Piauí e Rio Grande do Norte.
O país também vai eleger três mulheres para governos estaduais, igualando a marca de 2006. Os governadores e vice-governadores eleitos tomam posse em 6 de janeiro de 2027, para mandatos de quatro anos.





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